segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

25º Acampamento de Jovens Revolucionários

E está já pré-marcado novo Acampamento de Jovens Revolucionári@s de 2008 na Catalunha, no fim de Julho.

De 22 a 25 de Março, terá lugar a sua reunião de preparação em Amsterdão, para marcar a data definitiva, e delinear o programa!

Portanto, brevemente haverá mais informações, fica atent@!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007


E amanhã...FESTA! Vamos contar como foi, vamos dançar ao son de grandes dj´s e combinar novas aventuras revolucionárias, não faltem!

A partir das 22:30 no Palmeiras


quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Mais fotos


Este acampamento é um lugar privilegiado para a discussão democrática e produtiva (tanto em termos ideológicos como em termos práticos) entre jovens de esquerda, e é por tanto um espaço de formação para os/as jovens que nele participam.
O acampamento, que reúne cada ano méio milhar de jovens membros ou simpatizantes da IV Internacional, converteu-se na melhor escola de formação para jovens militantes sobre internacionalismo revolucionário. Nada melhor para perceber a necessidade de estar organizada/o a nível internacional que partilhar experiências, criar laços e solidariedade com as lutas locais, coordenar lutas e movimentos, etc.
Não há jovem que venha ao acampamento e que não saia percebendo que uma organização internacional da esquerda é absolutamente necessária nos tempos que correm.

A IV Internacional, que muitas/os só conhecem através dos livros de história, está a jogar esse papel .

Alerta que camina!

O Forum de encerramento é sempre o mais emotivo. As músicas revolucionárias em diferentes línguas desde “O Bella Ciao” até ao “Ay Carmela” passando pela “Jeune Garde” proliferam de campo a campo. Além do balanço do acampamento e das conclussões das diferentes comissões a presentou-se o acampamento do ano que vem, será o 25º! Passando a urna “kistch” que simboliza as cinças do avô Trotsky, estas cinças ressidirão durante este ano no estado espanhol. O estado espanhol assumiu o reto de organizar o 25 acampamento, celebração do quarto de século da rebeldia juvenil revolucionária e anticapitalista.
O compromisso é com a humanidade, pela revolução mundial. E como Bensaïd nos relembrou com o poema de Beltolt Brecht, são bons/boas aqueles/as que lutam um dia e muito bons/boas aqueles/as que lutam muitos dias, mas há os/as que lutam toda a vida. Eles/as são os/as imprescindíveis.
Convirtamo-nos, pois em imprescindíveis.
Próxima estação: Estado Espanhol.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Foruns


Este ano foram de manhã, os franceses preferem assim para dar a introdução teórica ao tema do dia. Para o ano será a outra hora. Mas a tradução simultânea permitiu-me ouvir cenas fixes, a tradutora de inglês era excelente . Vai aqui também uma foto dela.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Daniel Bensaid também é ovelha negra !!!


Piada interna

A chave para perceber o último acampamento é:
Rally = reunião. recuperação de forças. ponto obtido por uma série de jogadas (no ténis).

quarta-feira, 11 de julho de 2007

A liberdade vai passar por ali

Para mim, o sumo dos acampamentos é o espaço de liberdade que ali se vive. Sinto muitas vezes, (e a política não existe sem também o que sentimos), que os acampamentos da IV são oxigénio para mim, pelo menos 1 vez por ano.
É onde menos me sinto julgado. Onde menos me sinto olhado. Onde quase tudo parece outra vez possível, como se algo recomeçasse.
Quase diria que onde começar o acampamento, começa o ano.
Representa também sair deste espaço por vezes sufocante das questões pequenas, do diz que disse, da polémica vazia e surda no ram ram político português.
Ali pensa -se global, volta-se ao problemas grandes, olha-se a Terra como um todo, vê-se a política (e a vida) como um sistema, integrando tudo, de forma geral e criativa.
Ali vê se a História, não nos perdemos com estórias.
Aprendi muito com os acampamentos a que fui, obviamente hoje já sem a novidade do início, mas há sempre alguém que traz algo de novo, o mundo muda a cada ano que passa.
Gostava que mais gente pudesse sentir o que eu já senti, embora seja impossível ter a certeza disso.
A liberdade passa sempre por ali, o socialismo e a república também, só faltamos nós, e é já na próxima semana !!!
Viva a IV internacional !
Viva o Socialismo!
Viva a Liberdade!!!
boa sorte RR !!!

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Franjas de Estado Social...

A liberalização do mercado que assolou a 2ª metade do século XX, que ficaria conhecida como Neo-liberalismo e que se afirmou como corrente económica única e hegemónica, após o fim da URSS, configurou uma nova face do capitalismo Mundial: o ataque aos direitos dos trabalhadores conquistados com a prévia emergência do Estado-Providência; a privatização dos recursos naturais e a sua exploração até à exaustão; a apropriação da riqueza natural dos países sub-desenvolvidos pelo “Norte-todo-poderoso”; a especulação financeira; a desertificação dos meios rurais; a insustentabilidade do meio ambiente; a mitificação dos modos de vida urbanos e industrializados: competitividade, precariedade e exclusão-social!


O comércio dita a lei da sociabilização, a capacidade de consumo passa a ser vista como “libertação individual”!


O neo-liberalismo afirmou-se também pela destruição do sistema-social e do Estado-Providência: na educação, na energia, nos transportes, na banca, na habitação!
A Saúde é, em Portugal, um caso paradigmático! No pós – 25 de Abril, a criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), fomenta a criação de uma rede de cuidados primários, dispersa pelo país, que servia uma boa parte da população, permitiu a criação de um Plano Nacional de Vacinação adequado, de incremento dos cuidados neo-natais com a diminuição da taxa de mortalidade infantil, criação de centros de cuidados diferenciados em várias capitais de distrito e consagrava-se na constituição a saúde como um bem de acessibilidade universal.
Três décadas depois, como vai a saúde do SNS?...


Fecho de urgências... Deslocação de profissionais para o sistema privado... Precarização das carreiras dos profissionais, com o fim do contracto colectivo de trabalho... Mais de 250000 Portugueses sem médico de família atribuído... Aumento da dívida do Estado à industria farmacêutica... Aumento do preço dos medicamentos com diminuição da comparticipação Estadual... Ataque cego aos benefícios nos sub-sistemas de saúde... Aumento dos lucros das seguradoras privadas para a saúde... Deterioração física das condições de trabalho e de conforto dos utentes... Aumento das taxas moderadoras... Criação de parcerias público-privado... Redução anual progressiva do orçamento estadual para a saúde...


Como vai a saúde do SNS? Fingir acessibilidade para tod@s, fingindo que tod@s estão longe de uma crise económica, ou um doente terminal à espera de uma boa dose de morfina?...
Franjas de um Estado Social, pedaços de conquistas que caem por terra, tempos de um período revolucionário que agora se finge nunca ter existido...!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Um acampamento feminista e pelos direitos sexuais!

Falar de luta feminista em Portugal era quase sempre um tema ingrato. Ingrato porque a sua face mais visível era invariavelmente a questão da despenalização do aborto. Agora muito mudou, ganhámos a luta, tirámos a pedra do sapato. Agora somos mais livres.
Mas quero falar de uma luta permanente. Não recorrerei ao facilitismo de a apelidar de guerra dos sexos, nem ao lugar comum de ver os homens como inimigos arquétipos das mulheres. Trata-se tão simplesmente de reconhecendo a discriminação social das mulheres, lidar sem tréguas com ela no quotidiano.
E isto passa por reconhecer que a luta das mulheres pelos seus direitos sociais ou privados tem de ser uma luta autónoma e tem de ser encarada como uma questão específica colocando a questão do género como diferenciadora social a par da questão de classe.
Para além de trabalhadoras, estudantes e desempregadas somos mulheres, e isso faz com que possamos viver a opressão de que ainda hoje somos alvo a partir de uma perspectiva específica que é a do género.
Por isso tenho como fundamental a abordagem do tema do feminismo dentro dos Acampamentos de Jovens Revolucionári@s ao longo das suas várias edições. Mas não podemos partir do princípio que quando pomos os pés no solo do acampamento nos transformamos radicalmente. O acampamento não é uma zona “liberada” e mesmo aqui temos de lidar com estereótipos, preconceitos, ideias feitas, piadas, comportamentos, que são os mesmos contra os quais lutamos no nosso quotidiano. É pena, mas é muito difícil fazer tábua rasa de tudo quanto foi e é a nossa educação e da forma como funciona e como veiculamos os valores da sociedade em que vivemos.
Nestes acampamentos partimos do princípio que durante uma semana as mulheres que assim o entenderem podem organizar as suas próprias actividades, as suas próprias discussões, os seus próprios espaços, a sua própria festa, divertindo-se e partilhando experiências de luta vividas nos seus países. Em suma, tudo aquilo que podendo ser transportado para fora deste acampamento, nos ajuda a aprender a lidar de uma forma combativa com a opressão no nosso dia a dia, nos ajuda a ter mais força e bater com o pé no chão.
No trabalho, na escola, na política, na sexualidade, na família, queremos saber responder àqueles que julgam que o nosso papel é o da subalternidade e submissão. Queremos ser como somos sem ser “femininas” ou “Maria rapaz”. Queremos controlar as nossas vidas sem que nos passem um atestado permanente de menoridade, queremos poder decidir sobre o nosso próprio corpo e a forma como queremos viver a nossa vida.
Vem experimentar um espaço revolucionário, vem rir a bandeiras despregadas, e ser livre e louca.

Já o espaço LGBT (gay, lésbico, bissexual e transgénero) do acampamento, parte de um um pressuposto ligeiramente diferente: sendo igualmente um espaço de auto-organização d@s camaradas LGBT, ele tem por objectivo visibilizar em todo o acampamento esta temática sistematicamente omitida, na vida como no debate e na acção política, sendo essa visibilização activa uma pré-condição para fazer da temática um debate político.
O espaço e a festa LGBT no acampamento da 4ª permitem a muit@s camaradas um primeiro contacto com o debate deste tema, mas também o questionar das suas próprias convicções e preconceitos, quando não da sua própria sexualidade, num espaço relativamente libertado de preconceitos e aberto à experimentação, em que se diluem as fronteiras falsas e artificiais entre homo e heterossexualidade. E sobretudo, trabalhar a consciência dos condicionamentos sociais e políticos que determinam a diferença abissal de acesso a legitimação e direitos em função da diferente orientação sexual de cada um/a, e dos motivos pelos quais esta opressão específica, este sistema político de opressão a que chamamos heterossexismo, é parte integrante e indispensável do sistema de injustiça global que rege as sociedades em que vivemos.
Por outro lado, o acampamento permite aprofundar, abaixo da mera superfície, os debates e contradições que atravessam hoje o movimento LGBT, nacionalmente ou a nível mundial. Em Portugal, o movimento vive hoje um momento de afirmação política e social crescente, mas ainda num contexto de grande clandestinidade das vivências da maioria das pessoas LGBT.
Mas, perante alguns avanços legais nos últimos anos, e avanços sociais relevantes, com muitas pessoas a assumirem as suas vidas “fora da norma” no espaço público, há também sinais contraditórios de institucionalização, de surgimento de novas expressões de fundamentalismo anti-homossexuais, e correntes contrárias que se vão definindo no próprio movimento: umas sem uma crítica social abrangente, que procuram a “integração” da população LGBT na sociedade que existe e abdicam das reivindicações originais do movimento no sentido da libertação sexual, outras revolucionárias, na medida em que entendem a natureza sistémica da discriminação, e que não há como acabar com ela sem transformar radicalmente a sociedade e, a par dela, as nossas vivências sexuais e visões da sexualidade.
A 4ª Internacional é, sem dúvida, a corrente internacional de esquerda com o pensamento e a prática mais evoluída relativamente à luta LGBT. Não só assume e partilha essa luta como, ao contrário de outras esquerdas, entendeu a necessidade, como na luta feminista, de levar à prática hoje, em todos os domínios da acção política e da vida das nossas organizações, aquilo que se defende: não tolerando o preconceito e a discriminação também entre @s militantes, mas pressupondo que tod@s somos portadores de machismo e homofobia e que há que ir trabalhando para os desconstruir; não adiando o combate ao preconceito para o dia de nenhuma revolução, não menorizando certas temáticas em função da centralidade da luta de classes ou de outras lutas “mais importantes”, incorporando-as antes nessa luta única de múltiplas frentes que é o combate ao capitalismo e à injustiça global. É essa prática que levamos ou tentamos levar à prática, de forma não isenta de conflito, nos sete dias deste acampamento FEMINISTA E PRÓ-LGBT!

terça-feira, 26 de junho de 2007

21.30 começa a DEbate ...Y € $ !!!


Reunião ibérica no acampamento de 1984.


foto de JCL.

Pensar a Utopia - Construir a Realidade

Em 1984 o território europeu era ainda disputado pela lógica da guerra fria e a Alemanha cortada pelo muro em Berlim, o centro estratégico para a instalação dos mísseis da Nato. Na América do Sul, a revolução sandinista recém-triunfante misturava Sandino, Che e Cristo, revelava os poetas-guerrilheiros do novo poder de Manágua, enchia-nos de esperança pela vitória da formiga contra a besta imperialista. Pela Rua da Palma, o internacionalismo era uma componente essencial da política que fazíamos – às vezes quase a única. Pouco tempo antes tinha sido a Polónia da explosão anti-estalinista, com repressão e ilegalização do Solidariedade, a centrar toda a nossa atenção e trabalho. E ainda a greve de fome de Bobby Sands, o preso político irlandês que nos fez desfilar nas ruas de Lisboa encapuçados e dizer: “Somos todos do IRA!”. Os mais antigos lembrar-se-ão ainda do golpe no Chile e do ódio a Pinochet que transbordou numa cidade que tinha acabado de se libertar do fascismo. Ou das imagens fortes do garrote de Franco, aqui ao lado, ainda a funcionar, já Portugal se tinha enchido de cravos.

A boleia foi na camioneta que saia de S. Sebastian – Donostia, como ficámos logo a saber. Foi a primeira e única delegação ibérica. Jovens do PSR, ainda a usar o nome da publicação, “Toupeira” e a descobrir o internacionalismo, a auto-gestão do espaço e da política, a ensaiar as relações na sociedade que sonhávamos debaixo da chuva miúda da Floresta Negra no centro da Alemanha, então República Federal. Ernest Mandel e Daniel Bensaid, ao nosso lado, sentidos como iguais na desbunda dos 17 anos. E Krivine a fazer turnos de bar e o velho dirigente sindicalista sueco a tomar conta da cozinha ou a jovem francesa a dirigir a segiurança do campo. O Socialismo era uma palavra muito grande e a Revolução a identidade comum, nesse acampamento falada em castelhano universal através da letra aprendida do hino dos sandinistas.
Depois foram todos os outros, França, Bélgica, Itália, Barcelona, Checoslováquia, Suécia, Dinamarca… Em 1992 na Serra da Lousã, pela primeira vez, tudo feito pelas nossas mãos, em campo de treino e vigilância dos bombeiros. A magia dos grandes encontros, dos amigos para a vida, dos amores que aí nasceram e todos os verões marcavam encontro. E a política, a procura incessante das formas com que a revolução nos surpreende - aprender, aprender sempre. E o debate vivo, sempre a recomeçar, do feminismo e do espaço de mulheres, a festa de repente colonizada pela política e como pretexto para discutir a vida. E a imagem de Trotski e Che com os lábios pintados a anunciar as iniciativas LGBT (que na altura não se chamavam assim, claro!).
Gerações de militantes, onde muitos, pela primeira vez, saíam do país ou montavam uma tenda, construíram a nossa presença na Internacional e contribuíram em muito para o que seríamos e para o que faríamos depois.
O mundo que de repente parecia pequeno para as nossas lutas, subitamente compreendidas na diversidade comum, nos inimigos comuns ou na esperança partilhada. O mundo que queríamos mudar – queremos ainda – e o nosso pequeno mundo, vivido tão intensamente como podemos imaginar o tempo vivido numa revolução, que nos mudava sempre a nós, cada ano, em Julho.
( texto e fotos de 1984 de JCL)

1984 - O cartaz


As time goes by


oh nostalgia...

Fotografia da primeira delegação portuguesa ao acampamento da 4ª. 1984.

Quem é ovelha negra ponha o braço no ar!

Neste acampamento vais sentir como é um mundo em que não existe a repressão quotidiana da nossa sociedade. Todos somos iguais e partilhamos ideais semelhantes. Todo o nosso passado e todo o futuro não têm lugar e só existe o presente repleto de convívio, amor, fraternização discussão e aprendizagem mutua. Não existem superiores ou inferiores. Todos contribuímos para que o campo seja o que é: um espaço de liberdade e reflexão crítica para com os governos que sucessivamente nos tentam fechar o cerco. Somos acampantes, participantes de workshops, críticos de debates. Asseguramos a segurança, a limpeza o funcionamento geral do acampamento! Somos jovens revolucionari@s que lutamos por um mundo justo, limpo e igualitário. Este é um espaço para exercitarmos as nossas ideias e modos de vida, criticados no mundo comum. Lá fora somos a ovelha negra. Cá dentro somos todos ovelhas brancas!
Vem daí, junta-te ao rebanho!

segunda-feira, 25 de junho de 2007

FESTA 6ª f.

Tod@s à festa esta sexta feira no Palmeiras, 21 e 30h, com a presença do escritor José Luís Peixoto, para uma conversa sobre o que se pode comprar e vender, o valor das coisas da vida e de tudo.
Depois do debate/conversa há bebidas e muita música para dançar !!!
É fácil vires, fica junto ao metro do Martim Moniz, vem diverti-te connosco!!!

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Bloquear o G8

Estas imagens são de um dos bloqueios organizados durante o G8 2007. Estas acções têm tido um impacto importante no G8 porque embora nao impeçam a sua realização, atrasam significativamente o início dos trabalhos e dificulta o apoio logístico ao encontro.
Apesar de ser uma forma de luta pacífica, a Polícia dos países onde se realiza o G8 reprime sempre qualquer tipo de acção como estas, e bastante violentamente. Este ano na Alemanha, os activistas alterglobalização presentes nos bloqueios conseguiram ultrapassar muitos "check points" policiais pelas florestas e campos de trigo.

Mais informação em www.indymedia.org e muitos vídeos no YouTube.

Manifestoon



O que é que têm a ver os desenhos animados dos tempos gloriosos da Disney com o Manifesto Comunista? Para o cineasta independente Jesse Drew, muito. "No desenho animado clássico, a força bruta e a artilharia pesada nunca conseguem derrotar a ironia e o humor, e no fim a justiça sempre vence. Para mim, era natural ligar o meu próprio conceito infantil de subversão com uma versão mais articulada (o Manifesto Comunista de Marx e Engels)."